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domingo, 5 de setembro de 2010

liberdade religiosa

Você está cuidando bem da sua fé?

Aí fora, dizem que a sua religião não vale nada e fazem de tudo para coibir sua atividade. Se acreditar, no entanto, que não sentiu algum efeito disso, conte quantas vezes você buscou saídas para atos corriqueiros, por situações adversas. Ou ainda ouviu falar de alguém que está sendo impedido de fazer o seu rito, do jeito que aprendeu e também ensinou.
Se, mesmo assim, você não dá conta deste contexto, tente lembrar leis que, talvez, não tenha dado muita importância, mas que delimitaram a sua atuação religiosa. E você nem percebeu. Elas são sutis, mas agressivas.
Pois é, aqui tá o “x” da questão. Por causa desta legislação, você deve agir de maneira diferente. Saiba — atrás dela se esconde uma intenção duvidosa.
Agora, imagine os momentos em que você teve vergonha ou até medo de dizer ou admitir a sua religião. Em que temeu ser excluído por não fazer parte de certa maioria. Nas ocasiões em que você deixou de usar suas roupas típicas religiosas, por ser vítima de preconceito.
Você nunca passou por nada disso? Não se engane.
Reflita, igualmente, em quantas oportunidades você desprezou ou julgou alguém por participar de uma crença que não a sua.
Então, de fato, isso tudo faz parte da intolerância religiosa. Mascarada de direitos humanos, direitos dos animais, sociedade igualitária e outros posicionamentos.Não esqueça: O Estado é laico, mas nem sempre quem faz as leis é.
Logo, mova-se. A liberdade precisa de representatividade.
Não aceite a tolerância, pois ela é a vizinha da guerra. Tá logo ali. Exija respeito, tanto da escolha da religião, quanto da não escolha. Acima de tudo, respeite.
Cuide direito da sua religião, preserve a fé.

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