quinta-feira, 1 de julho de 2010
Observa as flores humanas que assomam chorando nos torturados berços do sofrimento.
Feridas congeniais lhes assinalam a contextura.
Despontam na árvore familiar, agitadas pela ventanias de agitadas flagelações, reclamando assistência e socorro, compaixão e entendimento.
Diante delas, muita vez, o filósofo invigilante recusa a fé no burilamento final do gênero humano, e o religioso incompleto começa a indagar, sem razão, quanto a eqüidade na Justiça de Deus.
É que nessas criancinhas, sob o ferrete da expiação, voltam ao campo da experiência terrestre quantos se fizeram no mundo instrumentos da crueldade para os outros e para consigo mesmos.
Aqui é o juiz venal que regressa com o cérebro embaciado, incapaz do pensamento correto.
Ali, é o cirurgião que abusou dos próprios recursos, para estender homicídios inconfessáveis, reaparecendo sem mãos para novas lutas na vida.
Acolá, encontraremos o esportista elegante que se valeu de dons respeitáveis para furtar a felicidade dos outros, retomando o indumento carnal com as doenças inquietantes a lhe curar os centros nervosos intoxicados por ele mesmo, e, mais adiante, surpreendemos a mulher vaidosa e insensata, que aproveitou a própria beleza para destruir a paz de lares promissores, ressurgindo no corpo retardado e disforme para rude estação na penúria e na idiotia.
Diante do berço martirizado, lembremos as nossas próprias dívidas e auxiliemos as avezinhas do infortúnio a refazerem as próprias asas, no visco de provação a que se atiraram, desprevenidas, porque todos detemos compromissos enormes na Contabilidade Divina e todos, no mesmo tempo justo, seremos inevitavelmente chamados ao justo acerto, necessitando igualmente da dor mais alta, a fim de que sejamos conduzidos à harmonia maior.
CIGANOS – BAILAM NO VENTO, CANTAM PARA AS ESTRELAS
Ciganos caminham sobre seus passos, guiados pela liberdade, desde sua mais tenra idade, orientados pelas lembranças ancestrais que os fazem amar o espaço, a luz, e o calor das fogueiras. Mesmo o cigano moderno tem em seu coração o apelo por reunir-se à noite para compartilhar as ações do dia, os acontecimentos, a resolução dos problemas, ouvir a sabedoria dos mais velhos.
O matriarcado cigano é forte, embora seja a figura masculina que mais se destaca. É através de seus paramentos que se identifica a hierarquia de um cigano dentro de sua tribo. As tribos ciganas nem sempre se confraternizam entre si, e mesmo podem ocorrer muitas rivalidades. Os Rom são os que têm se destacado entre a sociedade ocidental, com mais êxito.
As danças ciganas são evocações das forças místicas. Lembram a fluidez dos ventos, a sinuosidade das águas, o oscilar das chamas. Tem seu ritmo regido pelo vigor de pandeiros, palmas e batidas do pé, numa vibração única que os religam às raízes, à luz da Lua, imantando-os como numa unidade onde perpassa a energia.
Os ciganos encarnados hoje em dia lutam com dificuldades acerbas, que lhes dificultam exercer com plenitude seu modo de ser. São tolhidos pela falta de bens materiais e muitas vezes discriminados de modo que não conseguem bons empregos. Os ciganos que se destacam e se tornam ricos, em geral não divulgam suas origens, são discretos, mas de modo algum renegam sua raça, apenas a história de perseguições lhes ensinou a serem prudentes.
Já a falange dos Ciganos no astral, cresce dia a dia, pois cada vez mais antigos ciganos estão percebendo que o planeta necessita de sua sabedoria, do amor que lhes move sobre a natureza, sobre manter o equilíbrio entre os elementos água, fogo e ar , e o que era arte circense quando no corpo físico, utilizada em espetáculos, é plenamente usada com maestria, e permite que os ciganos se unam no astral , aos Povos do Oriente, cuja sabedoria acumulada em milênios é utilizada pelo bem e proteção da Humanidade, que neste momento passa por grandes dificuldades, pelo assédio de miasmas doentios, que lhes sugam as forças, lhes embrutecem o espírito, e é necessário muito auxílio para que toda a população terrena não caia em derrocada, assediada por personalidades perversas que ultrapassam seus próprios limites de maldade.
Mas é sabido que quando chega a meia-noite, só pode amanhecer, e é nisso que os ciganos acreditam também, desde seus primeiros passos, e aí está o segredo de seu sorriso fácil, seu porte altaneiro e seguro, é a certeza que a vida é única , embora infinita, e que por pior que sejam as dificuldades, as luzes da alvorada destroem todos os sonhos maus, os empurrando para longínquos lugares, fora do alcance de seu mal.
Os ciganos acreditam no perigo, sabem que a bondade absoluta desprendida é raro tesouro, por isso, aqueles que adquirem o conhecimento e o poder de auxílio, obtém uma espécie de graduação que se localiza paralelamente às religiões, eles vibram no Espiritismo e na Umbanda, também influenciam os espiritualistas sinceros, mas estão em vibração no seu diapasão próprio, pois eles não querem se prender a outros dogmas, eles são fiéis, até à eternidade, às suas próprias interpretações de andar entre as estrelas, o que é sua própria natureza.
Na Umbanda, diz-se que há não ciganos que agregaram a essa falange, mas na verdade são espíritos ciganos que em algum momento escolheram outros aprendizados e num outro momento voltam às fileiras de trabalho dos ciganos.
Quem anda por esse mundo ainda em envoltório físico, e conhece, aceita e absorve a vibração do Povo cigano, que o protege, tem de ter a mente aberta e o espírito corajoso, desapegado e saber se energizar plenamente, para conseguir receber os conhecimentos mágicos que eles costuma fornecer. A simplicidade é uma das qualidades mais difíceis para o homem adquirir, assim como o amor de ordem cósmica, que os ciganos são exímios mestres, e é a mais poderosa das magias. O amor cura, supera erros, cicatriza feridas da alma, perdoa o pior erro, ensina, dulcifica, equilibra.
O cigano no mundo espiritual que está ao nosso lado, por escolha, na luta do resgate da nossa Terra, nos traz o brilho das estrelas em seu sorriso, a jovialidade das ações, como faz com sua dança, e a capacidade da sensibilidade expandida, que guia nossos passos pelos caminhos corretos. Nem sempre caminhos seguros, mas sempre serão aqueles caminhos que terão as paisagens mais belas, as lições mais ricas, e com certeza, as noites de luar sempre evocarão as danças em torno das fogueiras de nossas mentes, onde podemos então compartilhar com os antigos, as histórias, os sentimentos corretos que apertam os laços familiares, a fidelidade aos compromissos, a objetividade na resolução dos problemas, mantendo pelos evos, os laços da alma, que se tornam então, indestrutíveis, eternos.
O matriarcado cigano é forte, embora seja a figura masculina que mais se destaca. É através de seus paramentos que se identifica a hierarquia de um cigano dentro de sua tribo. As tribos ciganas nem sempre se confraternizam entre si, e mesmo podem ocorrer muitas rivalidades. Os Rom são os que têm se destacado entre a sociedade ocidental, com mais êxito.
As danças ciganas são evocações das forças místicas. Lembram a fluidez dos ventos, a sinuosidade das águas, o oscilar das chamas. Tem seu ritmo regido pelo vigor de pandeiros, palmas e batidas do pé, numa vibração única que os religam às raízes, à luz da Lua, imantando-os como numa unidade onde perpassa a energia.
Os ciganos encarnados hoje em dia lutam com dificuldades acerbas, que lhes dificultam exercer com plenitude seu modo de ser. São tolhidos pela falta de bens materiais e muitas vezes discriminados de modo que não conseguem bons empregos. Os ciganos que se destacam e se tornam ricos, em geral não divulgam suas origens, são discretos, mas de modo algum renegam sua raça, apenas a história de perseguições lhes ensinou a serem prudentes.
Já a falange dos Ciganos no astral, cresce dia a dia, pois cada vez mais antigos ciganos estão percebendo que o planeta necessita de sua sabedoria, do amor que lhes move sobre a natureza, sobre manter o equilíbrio entre os elementos água, fogo e ar , e o que era arte circense quando no corpo físico, utilizada em espetáculos, é plenamente usada com maestria, e permite que os ciganos se unam no astral , aos Povos do Oriente, cuja sabedoria acumulada em milênios é utilizada pelo bem e proteção da Humanidade, que neste momento passa por grandes dificuldades, pelo assédio de miasmas doentios, que lhes sugam as forças, lhes embrutecem o espírito, e é necessário muito auxílio para que toda a população terrena não caia em derrocada, assediada por personalidades perversas que ultrapassam seus próprios limites de maldade.
Mas é sabido que quando chega a meia-noite, só pode amanhecer, e é nisso que os ciganos acreditam também, desde seus primeiros passos, e aí está o segredo de seu sorriso fácil, seu porte altaneiro e seguro, é a certeza que a vida é única , embora infinita, e que por pior que sejam as dificuldades, as luzes da alvorada destroem todos os sonhos maus, os empurrando para longínquos lugares, fora do alcance de seu mal.
Os ciganos acreditam no perigo, sabem que a bondade absoluta desprendida é raro tesouro, por isso, aqueles que adquirem o conhecimento e o poder de auxílio, obtém uma espécie de graduação que se localiza paralelamente às religiões, eles vibram no Espiritismo e na Umbanda, também influenciam os espiritualistas sinceros, mas estão em vibração no seu diapasão próprio, pois eles não querem se prender a outros dogmas, eles são fiéis, até à eternidade, às suas próprias interpretações de andar entre as estrelas, o que é sua própria natureza.
Na Umbanda, diz-se que há não ciganos que agregaram a essa falange, mas na verdade são espíritos ciganos que em algum momento escolheram outros aprendizados e num outro momento voltam às fileiras de trabalho dos ciganos.
Quem anda por esse mundo ainda em envoltório físico, e conhece, aceita e absorve a vibração do Povo cigano, que o protege, tem de ter a mente aberta e o espírito corajoso, desapegado e saber se energizar plenamente, para conseguir receber os conhecimentos mágicos que eles costuma fornecer. A simplicidade é uma das qualidades mais difíceis para o homem adquirir, assim como o amor de ordem cósmica, que os ciganos são exímios mestres, e é a mais poderosa das magias. O amor cura, supera erros, cicatriza feridas da alma, perdoa o pior erro, ensina, dulcifica, equilibra.
O cigano no mundo espiritual que está ao nosso lado, por escolha, na luta do resgate da nossa Terra, nos traz o brilho das estrelas em seu sorriso, a jovialidade das ações, como faz com sua dança, e a capacidade da sensibilidade expandida, que guia nossos passos pelos caminhos corretos. Nem sempre caminhos seguros, mas sempre serão aqueles caminhos que terão as paisagens mais belas, as lições mais ricas, e com certeza, as noites de luar sempre evocarão as danças em torno das fogueiras de nossas mentes, onde podemos então compartilhar com os antigos, as histórias, os sentimentos corretos que apertam os laços familiares, a fidelidade aos compromissos, a objetividade na resolução dos problemas, mantendo pelos evos, os laços da alma, que se tornam então, indestrutíveis, eternos.
NÃO DIREI MAIS !
NÃO DIREI MAIS !
Não direi mais "não posso",pois Ogum me trará a persistência, determinação e tenacidade para conseguir.
Não direi mais "não tenho",
pois Oxossi me dará a energia vital para trabalhar e obter.
Não direi mais "não tenho fé",
porque Omulu me ensinará a compreender e aceitar meu karma.
Não direi mais "sou fraco",
porque Oxum me trará equilíbrio emocional,
Iemanjá a auto-estima e Iansã clareza de raciocínio para que eu entenda as minhas limitações.
Não direi mais "não sei",
pois Xangô me trará o conhecimento, para que eu o use com discernimento e justiça.
Não direi mais "estou derrotado",
porque aprendi com cada entidade da Umbanda que nada supera a força de sermos filhos de Deus.
Não direi mais "estou perdido",
pois encontrei a Umbanda, que com a luz do amor e da caridade, iluminou minha alma e me deu um caminho.
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